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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

O Evangelho do Reino

Por Rob Campbell, Pastor Fundador, www.cypresscreekchurch.com

Em Agosto, os bloggers do JCG irão discutir e abrir a paixão enraizada na teologia e verdade bíblica. Semana passada, eu rapidamente tratei de três evangelhos falsos:

O evangelho do somente-perdão é o mais comum dos evangelhos pregados hoje e é também conhecido como o “evangelho do gerenciamento do pecado.” 

O evangelho do consumidor propõe manter as pessoas felizes e agradadas com pouco, se algum, auto-sacrifício. 

O evangelho da prosperidade ensina que Deus garante saúde e riqueza financeira se nós tivermos fé suficiente e praticar alguns princípios bíblicos básicos. 

Agora, permita-me introduzir o único verdadeiro evangelho – O Evangelho do Reino – que é a proclamação da lei e do reinado de Cristo sobre toda a vida

Primeiro, Jesus usa a palavra “Reino” em várias passagens da escritura, incluindo Mateus 4:17, Lucas 10:9, Marcos 1:15, Lucas 17:20-21, João 18:36 e Mateus 7:13-14. Se você deseja entender o que “Reino” significa, então leia as palavras do Rei! Esteja atento ao contexto.

Depois, o manifesto do Evangelho do Reino é encontrado em Mateus 5:3-12. Tire um momento e leia esses versículos. SEIS vezes em Mateus 5,  Jesus disse “Vocês tem ouvido o que a lei de Moisés diz…MAS EU DIGO.”

Finalmente, o cerne (ou a pura essência) do Evangelho do Reino é uma aderente fidelidade ao comando de Jesus, “Siga-Me”. Jesus fala sobre pessoas o seguindo em 23 vezes:

  • Mateus4:19, 8:22, 9:9, 10:38, 16:24, 19:21, 19:28
  • Marcos 1:17, 2:14, 8:34, 10:21
  • Lucas 5:27, 9:23, 9:59, 14:27, 18:22
  • João 1:43, 8:12, 10:27, 12:26, 13:36, 21:19, 21:22

Um pensamento conclusivo:  Como eu externei semana passada, teologia bíblica (e sistemática) é de MUITA IMPORTÂNCIA! A teologia que você abraça afeta o propósito, motivação e funcionalidade dos pequenos grupos na igreja. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

As Primeiras Células eram Dinâmicas

Por Mario Vega, www.elim.org.sv
No Novo Testamento nós encontramos diversas descrições das reuniões dos primeiros cristãos. Nós temos a tendência de ler essa passagem da nossa perspectiva de século 21. Mas isso é um erro de interpretação. Devemos lembrar que a igreja primitiva não tinha construções permanentes.
Pelo contrário, eles se reuniam nas casas. Sendo assim, as passagens que falam de reuniões da igreja são na verdade descrições de reuniões nas casas, isto é, o que agora chamamos de células.
Nesse contexto, e na visão dessa janela no tempo, podemos entender passagens como, “Sempre que vocês se reunirem, cada um de vocês tenha um salmo, tenha um ensino, tenha uma língua, tenha uma revelação, tenha uma interpretação. Tudo seja feito para edificação ” (1 Coríntios 14:26). Podemos observar as seguintes características:
1. A célula era muito dinâmica. Nela tinha componentes muito variados, tais como o canto, o ensino e o exercício dos dons do Espírito.
2. Todos participavam. “Cada um de vocês” fala de cada pessoa na célula. Não apenas alguns, mas todos e cada um.
3. Cada um contribuía com seu dom específico (línguas, revelação, interpretação, etc.)
4. Havia um interesse comum: edificar. “Tudo seja feito para edificação”.
Esta é uma das várias passagens do Novo Testamento que nos mostra como era uma reunião em casa. Edificar cada pessoa era o principal, mesmo que fossem muitos elementos para uma reunião. Vamos fazer nossas células semelhantes.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Aplicação do Sermão Baseado na Célula

por Randall Neighbour
Por um certo número de meses, convidei todo o pastor que ligava para nosso ministério a me enviar um roteiro de célula recente, e eu me oferecia a revisá-lo para ele. Com apenas algumas exceções, eram todos longos demais, não ajudavam as pessoas a experimentar plenamente a presença, poder e propósitos de Cristo em seu meio, e continham perguntas demais, a maioria das quais eram de natureza interpretativa. Ugh!
O Joel escreveu sobre como criar um roteiro de célula eficaz em ___________________, então não vou repetir o que ele já fez um excelente trabalho comunicando. Mas eu irei adicionar o seguinte:
  • Seus roteiros devem ter um ou dois quebra-gelos que o grupo possa escolher.
  • Seu roteiro deve ter um parágrafo de instrução para o líder de louvor manter as pessoas na trilha certa e abastecê-las com formas criativas para adorar além de apenas cantar músicas de adoração. .
  • Seus roteiros devem conter de 2 a 3 perguntas que provoquem o compartilhamento transparente na reunião, e entre os membros nos dias entre as reuniões, assim como uma pergunta para ajudá-los a se concentrarem na passagem e a entendê-la.
  • Seus roteiros devem incluir desafios práticos para “pôr os pés” sobre a verdade de Deus sendo compartilhada naquela noite. Sugestão: Dê aos membros do grupo um par de atividades práticas a completar. (As lições aprendidas podem ser compartilhadas durante a adoração da próxima semana)
  • Seus roteiros devem incluir tempo para orar pelos perdidos, um dos muito únicos aspectos do evangelismo relacional.
Escrever roteiros que alcancem esse tipo de interação e impulso missionário não é fácil para o pastor típico. Isso leva um conjunto de habilidades completamente diferentes em comparação com alguém que escreve esboços de estudos da Bíblia (o que é como cair da cama para o pastor comum).
Você se acha uma estrela do rock quando se trata de escrever roteiros? Mostre esse blog para um número de membros do seu grupo (eles dão um comentário muito mais direto comparado aos líderes) e pergunte a eles se seus roteiros estão à altura! Se não estiverem, peça a ajuda de alguém da congregação que entende os objetivos da reunião da célula para mobilizar os membros do grupo a ministrarem uns aos outros, e a colaborarem na missão um com o outro para atingir seu mundo para Cristo e discipular aqueles que eles alcançam.
” A prova está no pudim” (=para provar é preciso experimentar), como minha mãe diz. Os encontros do seu grupo de célula são animadores e transformadores de vida? Eles efetivamente mobilizam os membros para a ministração? Você tem visto o crescimento de conversão nos grupos, e não só no altar? Se não, é hora de pensar além do óbvio com seus roteiros. É um ótimo lugar para começar o processo de mudança.
Quer um exemplo? Confira essa amostra de um roteiro escrito por Jim Egli e Scott Boren: http://www.touchusa.org/store/outward.pdf
Randall Neighbour é o presidente do “TOUCH Outreach Ministries” (www.touchusa.org) e o autor de “The Naked Truth About Small Group Ministry: When it won’t work and what to do about it”. Você pode ler mais de seus pensamentos em www.randallneighbour.com.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Quando o Maior Não é o Melhor

por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org
Um comercial popular nos EUA mostra um homem sentado à mesa com crianças pequenas, que perguntava, “Qual é o melhor, o maior ou o menor?” Todas as crianças responderam gritando, “O maior!”
No entanto, quando se trata do crescimento da igreja, a resposta correta pode ser “O menor”, pelo menos quanto ao discipulado.
Quando a igreja do Novo Testamento se reunia, era geralmente em casas e, assim, em grupos pequenos. O número relativamente pequeno de pessoas tornava possível a cada uma participar ativamente de formas que são impossíveis em uma grande reunião. Em 1 Coríntios 14:26 está escrito, “Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um salmo, ou uma palavra de instrução, uma revelação, uma palavra em uma língua ou uma interpretação. Tudo seja feito para a edificação da igreja.” Os encontros da igreja primitiva eram altamente interativos.  Isso permitia aos crentes compartilharem com os outros o que Deus estava ensinando e praticarem seus dons espirituais.  Isso levou a uma saudável, igreja vital (“para a edificação da igreja”).
Grandes multidões reunidas para adorar são empolgantes em muitas formas. Mas por suas naturezas elas são vias de “mão única”; a comunicação flui da frente para a multidão. Discipulado e ministração pessoal podem ser mais bem facilitados em uma pequena reunião. Se a missão da sua igreja é fazer discípulos, então não faz mais sentido priorizar o ambiente que é mais eficaz em fazer isso?
Colocar pequenos grupos de célula no centro do ministério de sua igreja pode resultar em discípulos mais fortes. Pode ser tentador pensar que oferecer uma vasta variedade de programas ministeriais e opções vai significar em “algo para todos”. Mas na realidade, o que todos precisam é a oportunidade de se desenvolver espiritualmente em um ambiente onde eles podem participar ativamente no ministério. Não permita que outros programas bem-intencionados dominem isso. Mantenha o principal como o principal, e então a igreja será edificada.
Steve

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A atmosfera das células e os Dons do Espírito

Paulo escreveu cartas as igrejas estabelecidas nas casas onde cada pessoa podia exercer o seu papel como sacerdote do Deus vivo. A atmosfera íntima de uma casa continua sendo o melhor local para os exercícios dos dons espirituais.
Aqui estão algumas razões:
1. Em um ambiente pequeno todos podem participar. Isso não é verdade em um culto de celebração, onde apenas uma pessoa vai pregar ou levar a adoração. Alguns vão fazer outras tarefas, mas no pequeno grupo, o objetivo é para que todos possam descobrir e exercer o seu dom espiritual. Ministério de células é um ministério de face a face e parte do ministério relacional, é conhecer os dons de cada membro. Nós não estamos negligenciando a celebração na igreja em células. Ao contrário, quando alguém está usando seu dom em um nível menor, eles podem ser convidados a utilizá-lo em um nível mais público.
2. Um pequeno grupo dá liberdade para se expressar. Não há problema em cometer erros em um grupo pequeno. As maiorias das células têm entre 4 a 10 pessoas. Eles são mantidos em um ambiente descontraído (a minha própria célula esta reunida no Restaurante Dennys). Dar e receber são a norma. Regras de informalidade. Os melhores líderes de células pedem aos membros para compartilhar das responsabilidades da reunião, tempo de oração, e falando da visão. Nesta  atmosfera, é fácil identificá-las como Deus tem por fio ou dotado de cada pessoa, porque há liberdade para expressar-se.
3. É um ambiente perfeito para observar o exercício dos dons espirituais. Talvez você note que João tem a capacidade de esclarecer o sentido das Escrituras. Diga a ele que você acredita que ele tem o dom de ensinar. Talvez você note que José tem facilidade de falar com um e com outro, diga que ela pode ter o dom da exortação. Talvez Kirk gosta de compartilhar "palavras de Deus." Mostre a Kirk que talvez tenha o dom de profetizar. Os dons foram entregues para edificar o corpo de Cristo, e quando as pessoas são edificadas  através da sua utilização, outros se sentirão fortalecidos e encorajados. Uma vez que o grupo torna-se confortável uns com os outros e com mais conhecimentos sobre os dons espirituais, pedir-lhes para confirmar uns nos outros os seus dons espirituais.
4. Compartilhar responsabilidades nas células ajudara aos líderes não se tornarem  sobrecarregados com a realização de tudo. líderes de células necessitam  delegar responsabilidades de célula de acordo com o dom de cada um, ao invés de tentar fazer tudo sozinhos. Temos de afastar-nos  da mentalidade “ranger solitário ", no ministério de células o foco é na equipe, o conceito de que cada membro é um ministro.